Chegando ao Museu da Pampulha, já tive meu olhar cativado pelo trabalho de jardinagem em frente ao edifício: uma composição paisagística muito bem distribuída e hamorniosa, com um pequeno lago que deu um toque singular à composição, tornando-a uma atração a parte.
Já em frente ao museu, soube que ele foi projetado para ser um cassino e funcionou como um por certo período de tempo antes de se tornar museu. Andando em volta dele e analisando seu interior atraves das paredes de vidro, percebe-se que não se trata de um edifício muito apropriado para ser um museu, mostrando funcionalidade do espaço voltada para a função de ser um cassino. Feito por Oscar Niemeyer, o cassino apresenta uma forma toda sinuosa, irregular e singular. Seu interior e parte de seu exterior dão destaque às colunas e rampas, dando um ar sofisticado para o ambiente.
Também projetada por Niemeyer e parte do complexo arquitetônico da pampulha, a Casa do Baile é menor que o Museu, porém muito mais particular e interessante. Todo o ambiente, e não só a casa em si, dá um ar todo aconchegante e propício para festas. A casa sozinha é uma construção curiosa, totalmente redonda com umas larga lage anexa sustentada por pilares que, distribuídos de forma quase aleatória, dão uma composição agradável, cortando em pedaços a vista que se dá entre elas para a lagoa e seu entorno.



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